Sala do Patriarca.

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Mensagem por The Master em Seg Jan 13, 2014 12:22 pm
Relembrando a primeira mensagem :

De acordo com a tradição Howard, o patriarca Howard é aquele que dá a última palavra, o chefe familiar e chefe do conselho Howard. O local tem acesso pela Biblioteca Bruxa e é reservado. O mesmo é ligado a rede flu, apenas ida. Neste local o Chefe Familiar pode receber o conselho Howard para reunião ou guarda segredos.
-Atual chefe Familiar: Dionisio R. Howard.
- Membros do Conselho Howard (6/6): Remo H. Romanov, Mischa R. Howard, Horus R. Howard, Sienna D. Howard, Wendel Howard. ( Apenas adultos)
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Mensagem por Astrid D. Howard em Sab Fev 01, 2014 4:57 pm

You got no Power to control
We’re hell raising And we don’t need saving

Realmente não havia nada melhor do que estar em casa. Mas eu realmente me sentia perdida fora de Hogwarts, aliás, me sentia perdida em qualquer lugar do mundo. Não apenas perdida, sozinha e cega. Mas no fundo, no fundo eu era feliz sim, nem que seja apenas um pouco, mas eu era. Coisas ruins aconteciam na minha família, acho que estávamos destinados a isso, destinados ao caos. Pelo menos as coisas lá em casa nunca ficavam chatas. Eu nunca fui de estranhar as coisas, o mundo é uma verdadeira caixinha de surpresas. O dia de hoje tinha clima de velório, enquanto caminhava pelas ruas bufava de estar com os braços cansados de carregar minha bolsa. Mas quando eu já não podia mais ver o castelo de Hogwarts aparato diretamente para a porta de casa.


É, parece que Sophie chegou antes de mim. O portão já não estava mais trancado e nem a porta, na verdade acho que ela se esqueceu de fechar a porta. Dei alguns passos estranhando o local por estar de volta, sorri ao ver que finalmente estava aqui, não havia nada comparado ao conforto do meu quarto, ao conforto do lugar que eu chamava de casa. Mas é claro, as coisas por aqui nunca ficam paradas. Meus ouvidos já detectavam sinais de discussão, isso é uma das certezas da vida. Meu tio favorito, Dionísio, deve estar de volta, sua voz na discussão era bastante evidente. E eu já sabia onde estava ocorrendo isso tudo, então me puis a caminho da biblioteca da casa.


— Sanguinem domus Howard — Disse em frente ao quadro de Sienna e a porta se abre, podia já ver três pessoas. Não acredito que eu iria me meter naquilo, mas eu pude ver muito bem quem estava ali, Dionísio com o seu charuto e seu rosto charmoso, minha mãe Anne com o seu bom gosto para roupas e para cabeleireiros e Sophie, que tinha a mesma aparência que eu. É, mamãe e tio Dionísio numa mesma sala? As coisas iriam esquentar. — Tio Dionísio esse tempo fora de fez bem, parece estar mais bonito... Apesar de que sempre foi — Me aproximei mais dele levando meus olhares até minha mãe — Ora, ora, ora... — Dei uma risada baixa e debochada — Estavam certos quando disseram que quem é viva sempre aparece.
Sweat dripping down your chest Thinking ‘bout your tattooed knuckles On my thigh boy, boy, boy Cold shower… You got no Power to control How I make you my toy, toy, toy My hips rocking As we keep lip locking Got the neighbours screaming Even louder louder Lick me down like you were Rolling rizla I’m smoking… Come and put me out.
petit désir!
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Mensagem por Hórus R. Howard em Sab Fev 01, 2014 6:26 pm
Não estava muito alegre naquele dia, mas o jovem Hórus não podia de passear pela casa dos Howard, enquanto caminhava pelos corredores enquanto os dedos do mesmo deslizavam por umas comodas, empoeiradas. -Isto precisa de uma empregada mais eficiente.- Hórus continuou andando, chegando na Sala do patriarca sorrindo para seus parentes observando as pessoas, apenas sorri e disse. -Mas oque está havendo aqui? Poderiam me explicar por que essa maldita casa nunca é vazia. Bando de seres imundos... -
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Mensagem por Dionisio R. Howard em Sab Fev 01, 2014 6:43 pm
I Feel Pretty
Encontro Famíliar
 
Gargalhei ao escutar Anne.
- Você é Podre!- Continuei a gargalhar, desta vez de forma tão intensiva que me fez apoiar-me na mesa- Deplorável e podre!
Continuei a gargalhar e voltei-me ao normal ajeitando minhas vestes.
- Você acha mesmo que eu criaria filhotes seus e do Demetrius sem um exame de DNA?- Voltei a gargalhar.- Todos os meus sobrinhos passam por um exame trouxa, então não vem com essa!
Inspirei o ar, quando Sophie e Astrid chegaram. Abracei Astrid e beijei sua bochecha.
- Olha a piada sobrinhas, sua mãe quer levar vocês daqui!
Cai novamente na gargalhada, mas o rangir do quadro me fez desta vez ficar sério. Hórus havia entrado e como sempre com merda de ouro no anus.
- Você vem a minha sala, para perguntar se esta vazia? O QUE É ISSO AQUI HOJE? CIRCO?
Voltei a gargalhar.





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Mensagem por Mischa R. Howard em Sab Fev 01, 2014 7:00 pm

Devil In Disguise

 Minha vida andava meio corrida, quando eu não estava no Ministério ou resolvendo coisas com Conrad, que por ventura havia resolvido sumir sem nem mesmo avisar, eu estava como sempre vagando por ai, tentando me divertir como sempre fazia.
Claro que ajudava também Sienna com os bebês, mas não me prendia aquilo, ou ficaria com as crianças para mim como quando Demetrius "morreu".
E como se não me bastasse a guerra que estava instalada dentro da família, Anne, mãe de Sophie e Astrid, havia reaparecido, os mortos estavam resolvendo sair da tumba, e decidido por si que as levaria com ela.
Simplesmente não permitiria, eu as havia criado, teria de passar por mim antes.
Entrei na mansão em passos largos e já irritada, derrubando alguns vasos pelo caminho.
Cheguei por fim ao quadro que dava acesso a sala do patriarca na mansão e passei por ele bruscamente.

-Como simplesmente ousa reaparecer e levar minhas sobrinhas de mim?! Se estivesse tão preocupada teria estado aqui para cuidá-las...

Passei sentando por sobre a mesa, onde cruzei as pernas sem nem mesmo cumprimentar ninguém. Estava ficando cansada de ser sempre vista como uma qualquer as olhos de minha familia.
Tirei minha frasqueira do bolso e tomei um gole enquanto deslizava meus olhos pela sala, parando-os por algum tempo sobre Dionisio e então fixando em minhas sobrinhas.

♦ Mischa R. Howard ♦
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Mensagem por Anne Dellamoury em Dom Fev 02, 2014 3:40 pm

Reunião


Meu olhar era vago ao fitar as pessoas entrando na sala. E a mente, perdida em um local vazio, longe de pensamentos racionais. Fui tirada de meus devaneios por todas as falas das pessoas, e a enxurrada de perguntas e argumentações fez-me perder antes de ajeitar-me na cadeira, batendo levemente os saltos na mesa para chamar a atenção de todos. Aponta levemente com a cabeça para Sophie, fazendo com que algumas mechas encaracoladas aranhassem levemente meus ombros nus:
- Mãe.
Leva o olhar para Dionisio, o brilho se tornando mais sádico e irônico com isso, enquanto o observava:
- Quando pegou suas sobrinhas, Demetrius estava desaparecido. Fez o exame com o sangue de quem? O seu? - Um sorriso malicioso tomou conta de meus lábios, enquanto se inclinava sobre a mesa para observar mais fundo os olhos de Dionisio: - Olha que a Sienna nos pega. - O timbre sensual em minha voz teve um toque de ironia apenas pouco perceptível.
Meu sorriso se tornou mais amigável ao se dirigir a tempestiva Mischa que adentrava o local:
- Eu estava em fase de recuperação, não boa o suficiente para cuidar delas. Entenda, elas saíram de mim. Devo ter a chance de pelo menos ... tentar cuidar de minhas filhas.
Apenas semicerrei os olhos em um cumprimento silencioso ao olhar para Hórus. Me levantei, olhando para todos os adultos com um brilho orgulhoso nos olhos, com aquele brilho nunca deixado, e o canto dos lábios levantados, mais em uma careta ameaçadora do que em um sorriso simpático:
- Desapareço por 14 anos, e é isso que recebo.
Passo as mãos pelos ombros de Astrid, a abraçando com um toque aliviado, sentindo o cheiro de seu cabelo macio, e deixando um pequeno beijo ali, antes de a embalar levemente e sussurrar perto de seu ouvido:
- Desculpe. Por tudo.
Com passos hesitantes, caminho até Sophie, a abraçando, e sentindo meu corpo rijo antes de se acostumar, meus lábios sussurram com um timbre controlado:
- Desculpe. Por tudo.
Controlando as lágrimas que lutavam para sair, e para vencer minha nova personalidade sádica, eram escondidas pelo brilho irônico que meu olhar sempre tomava ao olhar para Dionisio:
- O que diz? - Perguntava, finalmente, o timbre da voz tomado por frustração ao ter de faze-lo.




    



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Mensagem por Sophie D. Howard em Dom Fev 02, 2014 6:29 pm



 


Alguns minutos após a minha chegada, Hórus e Astrid entraram na sala. Hórus, como sempre, sendo gentil com a família, enquanto Astrid apenas se colocou ao lado de Dionisio. Suspirei, enquanto meu olhar seguia na direção de Anne. Seria hipócrita da parte dela achar que seria fácil assim, chegar e nos levar dali. Mas se tivera a ousadia de vir até o Castelo com certeza já deveria saber oque a esperava.

- Não irei a lugar algum com você. Sobrevivi quinze anos sem a sua presença, posso muito bem continuar sem ela pelo resto da vida.  - De certa forma a ausência de Anne em minha vida havia me causado sequelas. Embora Mischa ter feito tudo que estava ao seu alcance para substituir a falta dela, mas nada, nem ninguém podia substituir o afeto de uma mãe. Mas agora a ausência de Anne já havia se tornado constante.

- Quatorze anos? - Um sorriso sarcástico e forçado escapou de meus lábios. - Acompanhei atentamente seus passos em direção a Astrid e depois para mim. Movi os braços, desvencilhando-me de forma brutal de seu abraço - Não me toque. - Caminhei até aonde a mesa onde Mischa, que havia chegado a algum tempo, estava e me encostei sobre ela, ainda com o olhar de fúria lançando na direção de Anne - Agora sei porque se casou com Demetrius, vocês dois são podres!  


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Mensagem por Demetrius R. Howard em Dom Fev 02, 2014 8:20 pm

 



Novamente!


 - Avada kedavra! Confringo!Bombarda Maxima! Fodio! Dolohov- Bradava enquanto duelava contra os capangas do Dionisio que tinham ordens expressas para me manter fora da mansão.
- Fracos!
Segui em minha cadeira de rodas ao interior do castelo, onde peguei um elevador que me levou até o terceiro andar, a decoração daquele continuava a mesma mesmo depois de tantos anos. Segui com muito sacrifício em direção a biblioteca bruxa, aquele local já foi um local tão honroso na época em que apenas os "prontos" podiam entrar... hoje, Dionisio fazia de entrada para sua morfada sala. Cheguei em frente do quadro daquela moleca de rua e gargalhei.
- Sério que o Dionisio tirou o quadro da tia Latiffa para coloca a Sienna? Que merda!
O quadro me encarou de forma ameaçadora. Apontei meu cajado para ele e bati uma vez no chão.
- Estupefaça!
O feitiço ricocheteou, Dionisio havia mudado o encantamento assim como também a senha. Bati o cajado duas vezes no chão com a cabeça da serpente apontada para o quadro.
- EGO HOWARD!
Logo o cajado foi obrigado a abrir,eu sorri. Adentrei o local com um sorriso sádico e escutei a falas de Anne e Sophie de relance.
- Mas o que é isso Sophie? Não esqueça que sua adorável Tia Mischa me afastou de vocês, em cumplicidade com este bêbado!- Suspirei e olhei para Hórus- Como você consegue ser patético!
Olhei toda a decoração da sala e gargalhei.
- Isso aqui está ridículo! Na época do papai, era uma sala melhor decorada!- Passei a mão na testa.- Mas então, um, dois, três, quatro, estamos todos aqui! 
Olhei para Anne e fui em direção a mesma, a segurei pelo braço a abaixando e lhe dei um beijo de língua, logo em seguida lhe investi um tapa na cara que a fez cair no chão.
- VADIA!
Olhei para Dio de forma sádica.
- Eu ainda te mato!
Em seguida fui em direção a Astrid e Sophie e as beijei na bochecha, fazendo um pouco de força.
- Tão belas quanto o pai!

note: where | wearing: this | with: who

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Mensagem por Astrid D. Howard em Seg Fev 03, 2014 8:02 am

Summertime Sadness
Honey, I'm on fire, I feel it everywhere, Nothing scares me anymore

O que estava acontecendo era loucura. Uma baixaria. Havia me arrependido de ter entrado naquela sala no momento em que começou o julgamento da minha mãe. Apesar de não estar gostando daquela situação era praticamente impossível ficar séria perto do tio Dionísio que mesmo naquela situação extremamente séria e frágil conseguiu arrancar boas risadas de mim com os seus comentários irônicos. Hórus também chegou, pedindo explicação por uma coisa bastante óbvia e idiota e ainda ousou a me chamar de imunda. Tia Mischa também logo chegou, também parecia que estava querendo matar minha mãe, era possível ver isso no seu olhar. Mas quem ali não tinha motivos para matar Anne? Todos pareciam desaprovar o que ela havia feito anos atrás, apesar dela tentar se explicar nenhum de nós dentro daquela sala era bobo, muito menos burro de acreditar em um papo tão furado quanto aquele que ela havia dito. “Recuperação”, recuperação é minha bunda. Depois se queixa de ter ficado fora por quatorze anos e agora ser recebida assim, o que ela queria? Flores, fogos? No mínimo o que poderia estar esperando ela seria varinhas apontadas para o seu corpo, digamos que ninguém da família seja fã dela.


Quando sinto o toque de minha mãe, suas mãos sobre meus ombros, minha pele em contato com a sua, o seu cheiro, é como se por dentro eu tivesse sendo destruída. Minha vontade naquele momento era de cair, era como se eu me arrependesse de todo raiva e ódio que eu sentia pelo seu abandono. Permito que ela me desse um beijo, talvez seja tudo o que ela mais queria, ouço sua voz pedindo desculpa, eu tinha que ser forte, e eu era. Não iria perdoá-la tão fácil. Não se pode compensar quinze anos em apenas alguns minutos ou horas. Aquilo iria demorar bastante. Mas confesso que fico surpresa de nenhum ataque ser direcionado a Anne quando ela tentou me abraçar, eu esperava que depois disso ela ficasse no chão sofrendo da dor dos efeitos dos feitiços lançados. Quando ela tenta abraçar minha irmã, Sophie, minha mãe é atacada com palavras bastante rudes vindas de sua própria filha. Infelizmente, para Anne, as palavras de Sophie não passavam de verdades. Sophie recusou o seu abraço pedindo que Anne não a tocasse, Sophie realmente estava sendo desnecessária. Deu alguns passos indo em direção a tia Mischa e então disse que já sabia porque nossos pais haviam se casado, ambos eram podres, não concordei, também achei desnecessário. Olho para o lado e a vontade de cair ali mesmo surge novamente, Demetrius, meu pai, havia acabado de chegar. Chegou já acusando nossa querida tia Mischa de ter nos afastado dele, junto do tio Dionísio. Logo em seguida meu pai já começa a julgar a sala e a sua decoração, quanta frescura e viadagem. Ele foi até minha mãe, a puxando para um beijo de língua e em seguida lhe deu um grande tapa no rosto, um tapa tão forte que a fez cair no chão, e então a chamou de vadia, não pude negar uma risada quando ela caiu no chão, uma cena realmente que deveria ter sido gravada. Meu pai leva seus olhos até o tio Dionísio e o ameaça, dizendo que ainda mataria ele. E então papai vai até mim e dá um beijo na bochecha, novamente não tento recusar, e então ele vai até minha irmã e também a beija na bochecha, e então diz que somos tão belas quanto ele, sorrio, era hora de por lenha na fogueira.


— Entãããão... — Tirei o meu casaco de pele o jogando no chão — Acho melhor eu tirar o casaco, acho que as coisas por aqui realmente vão ficar quentes — Olho para o charuto de meu tio Dionísio — Tio, teria mais um desses para sua sobrinha?  



Última edição por Astrid D. Howard em Qua Fev 05, 2014 8:36 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Hórus R. Howard em Seg Fev 03, 2014 9:37 am
Observava então seu outro irmão chegar ao local - Demetrius. Hórus riu sadicamente ao observa-lo, reclamando e batendo em Anne. A cena era hilária. Sentindo ter de esquentar as coisas, e por uma vontade que sempre teve, Hórus andou calmamente até Dionisio, como se fosse simplesmente pegar seu charuto, ou falar algo apenas para ele. Fechou sua mão e rapidamente a acertou no nariz do irmão. Rindo maliciosamente ao ver o sangue descer pela face do mesmo: - A muito estava com vontade de fazer isso! - Aponta com o dedo para Demetrius, percebendo que ele estava sujo pelo sangue de Dionisio: - Porco imundo! O que faz aqui?! - Hórus anda até o pequeno bar do local, pegando uma garrafa de vodka e tomando alguns goles dela, antes de a oferecer a Sophie: - Quer? 
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Mensagem por Dionisio R. Howard em Seg Fev 03, 2014 7:28 pm
ORDEM DE POSTAGENS: ANNE> DIONISIO> MISCHA> SOPHIE> DEMETRIUS> ASTRID> HORUS
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Mensagem por Anne Dellamoury em Ter Fev 04, 2014 4:24 pm

Reunião


A dor, novamente. A fantasia possível que o físico supera o emocional, meras especulações, não aceitadas como fatos por Anne. O que era aceito naquele momento, era a dor. Finalmente, ela tinha motivo, algo para alimentar aquela escuridão que cada vez crescia, tomando de conta de tudo, e com isto cegando: A rejeição. As lágrimas foram apenas contidas a custo, o brilho sádico foi deixado de lado, tomado pela tristeza. A dor, como representa-la? Todos a conhecem, embora não possam a sentida quando apenas descrita. Mas, para continuar a narração dos fatos na visão de Anne, é preciso fazer um pedido: Caro leitor, imagine a dor que mais sentiu em toda a sua vida. Não uma física, mais uma emocional. Uma decepção tida pelos pais e remetente a atos seus, a perda de alguém, ou de si. Lembre-se do desespero que o coração foi tomado, das lágrimas não contidas e roladas pela face, da tristeza pungente que o tomava, mesmo não podendo a explicar com vãs palavras. Era isso que Anne sentia nesse momento. E mesmo assim, a mulher foi forte o bastante para camuflar tudo com um sorriso irônico e um brilho malicioso.
Que logo foi tomado pelo susto de ter Demetrius a sua vista. Seus olhos demoraram a focaliza-lo, e mesmo quando o fez, não o teve certeza. Suas mãos foram levadas aos olhos, os esfregando como que num ato de não ter certeza do que via. Mas bem, alucinações não podem levar a ter sensações, e Anne sentiu os lábios de Demetrius nos seus, mesmo não retribuindo a caricia. Logo após, sentiu a mão de Demetrius em seu rosto, o que a levou a cair ao chão, seu cabelo foi levado ao rosto, e o gosto de ferrugem do sangue invadiu completamente seus sentidos. Se manteve assim por uns momentos, antes de conseguir fazer com que o brilho sádico voltasse. Olhou-o, fulminante, o olhar tornando-se mais do que apenas sádico, era ameaçador, como quem imagina a mão a adentrar a cavidade peitoral da pessoa ao olha-la.
Anne passou a língua sobre o sangue, que escorria pelo queixo, provocante, e o timbre de sua voz se tornou malicioso ao de uma forma completamente perceptível ao falar: - Nosso amor é contagiante, não? Mordeu os lábios cheios de sangue, e a dor física era banal de mais para se tornar torturante.
Especulações que imploravam para se tornar fatos foram recebidos em uma enxurrada na mente de Anne, e por fim, o desejo tomou conta. Como sempre. Suas pernas a sustentaram ao levantar-se, caminhando a lentamente a Demetrius, como se fosse simplesmente retribuir a suas caricias, sua mão levantou-se, enterrando-se no rosto do homem, e tornando sua especulação em um fato. E um fato prazeroso para nossa Anne. As atrocidades que passaram por sua mente - que iam de derruba-lo da cadeira de rodas, a cortar sua garganta - eram de mais para a visão de suas filhas, por isso se conteve, mesmo a raiva tomando completamente conta, a energia.
Perguntas... por que tentamos responde-las, se tudo remete apenas a mais perguntas? Temos certeza de não pode-las responder, e mesmo assim tentamos, especulando e fazendo teorias sem base, que resultam apenas em risadas. Perguntas... que retumbam em nossas mentes,como um assassino silencioso, que facilmente leva a loucura. Perdi-me na narração. Sim, uma pergunta sem resposta, são os sentimentos de Anne com Demetrius. Amor, ódio? É tão incrível como essas duas coisas simplesmente levam a mesmo caminhos, mas com pontos de chegadas diferentes, dos quais não temos conhecimento.
Mais um ponto que deve ser observado, ou melhor, que faz uma conclusão a nossa narração:
Anne simplesmente parou e sentou-se, e sua mente não fazia menção de lhe dar pensamentos racionais, enquanto seus olhos vagos percorriam os outros acontecimentos.



    



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Mensagem por Dionisio R. Howard em Ter Fev 04, 2014 5:03 pm
I Feel Pretty
Encontro Famíliar
 
A coisa estava a ficar animada, quando duas chegadas me fizeram meu ódio dominar as minhas veias e um estralo vindo das minhas mãos poderia ser escutado a metros de distância. Mischa havia adentrado na sala e não sofria tortura? Mas como?
Levantei-me da mesa como um leão feroz e olhei Mischa de forma fria, enquanto minhas mãos tremiam.
- O...o... o encantamento Howard Dominus falhou?
Aquilo então estava claro, se o encantamento falhou... eu podia sentir a presença dele e as súplicas dos meus coleguinhas. Sentei-me novamente na cadeira e Demetrius entrou na sala.  Olhei para o compartimento do teto enquanto conjurava feitiços de proteção, quando dei-me conta de que estava distraído e um soco foi investido em meu rosto, o que me derrubou ao chão.
- Droga...
Levantei-me do chão e girei a cabeça de um gato de cerâmica sobre a minha mesa, o que fez que um arpão fosse atirado em direção a roupa de Horus, assim prendendo-o na parede.
- Eu também, nunca pude inaugurar isto! Gracioso seja o Ehren!- Gargalhei.
Levanto do chão, saco minha varinha e aponto para Demetrius. Astrid e Sophie correram para junto de Hórus e Mischa para serem protegidas. Anne recolheu-se para o canto da sala enquanto Demetrius apontou seu cajado em minha direção. Eu por minha vez invadi a mente de Anne, sua dor emocional era tanta que sua mente estava frágil.
- " Você é tão podre quanto ele, diz Astrid! Como devo te chamar, diz Sophie! Fraca, mate-o, você pode causar a morte daquele que bagunçou sua vida! A epopeia de Demetrius pode ter fim, um fim imposto por aquela que outrora o amou! Mate-o!
Anne contorcia-se de dor, enquanto Demetrius se distraia me olhando e me desafiando. Astrid chorava enquanto Hórus a consolava, mas uma visão lhe tomou a atenção: Um dos quadros da sala se movia de forma como que se quisesse falar algo a ele. Um estrondo e Mischa e Dio foram rumados longe. Logo eles se encontravam em um local branco... o Alaska?
- Demetrius PAREEEEEE!
Demetrius fazia um encantamento enquanto Mischa  e Hórus se punham na frente com suas varinhas apontada ao mesmo.
-"Veja, o que ele faz! Só você pode fazer ele parar!"- Eu continuava na mente de Anne

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