Seção de Controle do Mau Uso dos Artefatos dos Trouxas

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Seção de Controle do Mau Uso dos Artefatos dos Trouxas

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Curve-se


Já era noite, e mais um caso no tribunal se encerrara. Ele, como sempre, arquivava tudo de maneira impecável em seu escritório. Após isso, andou, de uma maneira desafiadora e superior pelos corredores escuros que ele conhecia tão bem. Ignorou alguns velhos que conversavam pelos cantos, a sua máscara, por si só, já os afastava. Rumores corriam de que ele seria comensal, e a máscara apenas um disfarce. Ele não se importava, afinal, não era muito diferente de um. Como sempre, em sua mão carregava sua bengala, onde também ficava guardada a sua varinha. A máscara soturna lhe dava um ar quase expectral, e o fazia ser além desse mundo. Caminhava em direção à sala de sua esposa, e lá entrou.
Ao fechar a porta, parou por um momento. A pouca iluminação, a decoração monocromática, era tão Phoenix. Foi andando, vendo os livros na estante, algumas anotações, e algumas almofadas esfaqueadas. Isso o lembrava de o porque estarem casados. Caminhou até uma poltrona, no canto escuro, e se sentou. Relaxou, e depois inclinou-se para a frente. Se bem sabia o quanto a esposa era reservada, ninguém ousaria entrar ali sem a permissão dela. Retirou sua máscara, e a observou. Para ele, ela não era apenas uma máscara. Era o seu rosto. Sua mente perturbada havia encarado isso como uma simples e crua verdade. Colocou a bengala pousada no chão, entre as pernas, e puxou a varinha. Com um feitiço sutil, fazia desenhos no ar, e alguns escritos em latim. Símbolos alquímicos e frases herméticas.



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O que aconteceu? Onde ela está? Será que foi sequestrada pelos comensais no dia do julgamento? Será que a mataram? Talvez. Mas para todos ela deveria ser considerada morta. Felizmente sua habilidade de assumir formas era algo muito útil. Treinou durante anos e anos, até aprimorar técnicas e formas de transformação.
E o dia se passou, deixando a Lua banhar o céu com seu véu encantador. Ela estava lá, nas ruas, apenas esperando uma pequena oportunidade para voltar. Não podia ser vista, não queria ser presa. Precisava falar com seu primo, saber se ele a odiava. Perder o apoio do Ministro seria muito ruim.
A mulher percebeu que alguns ministeriais começavam a ir embora, o que facilitava sua entrada. Mas, lá estava ele, um bruxo de grande porte, guardando os portões. V cobriu a face com o capuz de seu manto negro, olhou para os lados e depois fechou os olhos, se concentrando. Seus cabelos começavam a crescer e ficar mais lisos. Cabelos longos e negros. Seus olhos ficaram com um tom de azul diferente, um pouco mais claro. Os lábios se tornaram menores, aparentando ser mais carnudos. Logo o corpo também mudou. Olhou para trás, notando que sua bunda estava maior que antes e gargalhou. "Não é hora para brincadeiras..." pensou.
Entortou os lábios e respirou fundo. Pegou um pequeno espelho que carregava em sua bolsa, o levantou e contemplou sua nova face. Pigarreou e indagou: - Boa noite. - Arqueou a sobrancelha, notando que sua voz estava mais rouca. Tirou a capa a enfiou na bolsa. Ergueu a cabeça e caminhou até o vigilante. - Boa noite... Esqueci alguns papéis em minha sala. Acho que não seria um problema eu ir pegá-los, correto? - Arqueou a sobrancelha, usando todo seu ar de superioridade. O homem abriu passagem a deixou a entrar. Ele não desconfiou de nada. Respirou fundo, jogou os cabelos para o lado e mordiscou os lábios. Olhou para os lados e observou alguns velhos que conversavam. - Senhora Bolter! - Disse um dos anciões. Rapidamente o coração dela acelerou, não queria ser descoberta. Virou-se de frente para ele e o olhou fixamente nos olhos. - Acho que tem alguém em sua sala. Ouviram passos vindo do segundo nível. Talvez seja seu marido, ou não. - V pendeu a cabeça para o lado, cerrou os olhos e assentiu. Virou de costas para ele e caminhou até a sala de Controle do Mau Uso dos Artefatos dos Trouxas.
Trajava um longo vestido negro, com uma fenda na parte esquerda. O decote em formato de v deixavam seus bustos ainda mais chamativos. Um estilo formal, mas que não deixava a sensualidade de lado. Afinal, Phoenix era uma mulher fatal, mas que ao mesmo tempo fazia com que tremessem ao ouvir sua voz.
Empurrou a porta e adentrou a sala. Pigarreou e arqueou a sobrancelha esquerda. - Querido... - Tentava se controlar ao ver aquele homem. O mesmo homem que seus olhos  não conseguiram parar de seguir no dia de seu julgamento. Ela tentava imitar cada gesto e forma de falar que conhecia de Phoenix, o que por sinal não era de grande ajuda. Trancou a porta e se aproximou de Iron. - O que o traz aqui, amor? - Passou a ponta da língua nos lábios, os umedecendo. Virou-se de costas e respirou fundo, passando uma das mãos nos braços, tentando não se render aos calafrio. Ele estava sem a máscara. Finalmente ela veria o rosto que tanto desejava conhecer. Fechou os olhos por breves segundos, logo os abrindo e sorriu, virando-se para ele. Caminhou até o mesmo e se sento ao seu lado, observando cada traço do belo rosto. - Seus olhos... Já disse que são encantadores? - Sua respiração quase ficava ofegante ao ser encarada por aquele par de olhos penetrantes. Voltou a postura ereta e superior e arqueou a sobrancelha, esboçando apenas um leve sorriso.



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Curve-se


Desenhava e apagava no ar, já havia algum tempo que estava ali. Onde ela estava?, pensou. Apoiou o cotovelo no braço da poltrona, e encostou seu rosto na mão aberta, com o queixo apoiando no polegar, e o dedo indicador para cima, nas têmporas. Ouviu passos, firmes. Só podia ser ela, mas... parecia que havia algo incomodando-a, eles pareciam meio apressados. Talvez alguém tenha delatado que ele estava ali, afinal, era impossível ele passar por alguém sem ser percebido.
Ela entrou, e ele continuou calado, apenas observando. Seus olhos claros eram tão penetrantes quanto uma espada flamejante, mesmo que vivessem escondidos, era possível sentí-los. Observadores e fatais.
Pensou em se levantar, mas ela virou de costas. Definitivamente, havia algo diferente nela. Mas... o quê? Logo ela estava sentada ao seu lado, o encarando com sua bela e atraente sobrancelha arqueada. Ele a encarou por longos instantes, impassível e gélido. Quando ele começava a refletir, simplesmente esquecia o mundo e as pessoas à sua volta. E ai daquele que o interrompesse. Após um silêncio inquietante, ele sorriu de canto.
- Só queria sair junto com você. jantarmos em algum lugar, o que acha? - ergueu-se, encaixando a varinha na bengala e andando. Foi até o canto, e pegando um copo, o encheu de bebida e gelo. Alguma coisa o fazia segurar a bengala com força. A varinha. Deu um gole e se virou para ela. Seu olhar penetrante, felino e monstruoso era um de seus maiores trunfos. E ele a encarava sem parar. Sorriu novamente enquanto encostava o copo na boca. - Sim, você sempre me diz isso. - andou até ela novamente, e abaixando-se um pouco, a beijou intensamente, obrigando-a a retribuir o beijo. Após alguns segundos, afastou-se novamente, ficando de costas para ela.
- Está diferente, aconteceu algo?
Sua mão estava no encaixe da varinha. Ele sempre foi meio neurótico. Mas ele não ousaria apontar a varinha para a sua esposa. Nunca. Seus ouvidos bem treinados estavam atentos para qualquer alteração na voz dela.


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O coração estava acelerado. O medo tomava conta da bela jovem. Mas não sentia medo em ser descoberta, afinal, o único ali que conhecia Phoenix o suficiente para notar as diferenças era Iron, o marido da ministerial. Seu medo era de se jogar nos braços dele, virar uma submissa e esquecer seu verdadeiro propósito.
Respirou fundo, mantendo a concentração. Ele estava de pé, bebendo. Olhar para o rosto dele a fazia pensar o porque da máscara. Iron tinha um belo corpo, e seu rosto era um dos mais bonitos que V conhecia. O olhar penetrante do homem fazia a pele dela se arrepiar, deixando-a com o rosto vermelho.
Para surpresa de V, ele a beijou intensamente, e ela retribuiu com igual intensidade. Ela passou a ponta dos dedos no rosto dele enquanto o beijava, sentindo o gosto de seus lábios. Iron se afastou e fez uma das perguntas que ela não queria ouvir. Rolou os olhos, abaixando a cabeça e respirando fundo. "Fique calma... Ele não vai descobrir", pensou.
Levantou a cabeça e esboçou um breve sorriso. - Diferente? Não, amor. Apenas estou cansada... - Cruzou as pernas, deixando a fenda do vestido se abrir, mostrando sua coxa grossa. - Poderia me servir uma dose de whisky, milord? - Franziu o cenho, arregalou os olhos e suspirou. A bebida ajudaria a conseguir manter a calma, ou a deixaria elétrica a ponto de dizer o que não deve. Respirou fundo e encostou a cabeça na poltrona, fingindo fechar os olhos. O observava atentamente, tentando entender o motivo de se sentir tão atraída por ele. Nunca sentiu algo parecido. O desejo fazia seu corpo esquentar, mas sua mente controlava as emoções.
Levantou-se e encostou o queixo no ombro dele, apoiando lentamente. - E os... nossos filhos? - Entortou os lábios, franziu o cenho e sorriu. - Lindos, não são? - Ela sabia que o casal Bolter tinha filhos, mas não sabia quantos, ou a sexo de cada um. Não conhecia nem seus nomes. Torcia para que ele não alongasse o assunto sobre os filhos, não estava preparada.
Afastou-se lentamente, apoiou o pé esquerdo no assento da poltrona, inclinou o corpo para frente e suspirou. - Sapatos malditos... - Murmurou, mexendo no sapato. V não tinha o costume de usar saltos tão altos, estava sendo um pouco difícil para manter a postura. Levantou o corpo, deixando o pé sobre a poltrona; fechou os olhos e pendeu a cabeça para o lado esquerdo, respirando fundo.

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Ele se virou para ela. - Você precisa de férias. Eu e você. - não pode deixar de olhar para a bela coxa dela. Uma coxa que ele conhecia bem, todas as noites. Serviu mais um copo de bebida e o segurou na mão, esperando que o gelo esfriasse o líquido.
Ficou pensativo. Mas por que diabos ele estava tão incomodado? A voz carregada de sensualidade, o modo de falar... estava tudo impecavelmente igual, e era isso que ele não entendia. Ela encostou o rosto em seu ombro, e ele cheirou sua bochecha, mordiscando. - Sim, são... puxaram a você.
Primeiro detalhe : Phoenix não era de fazer tantas perguntas.
Ele não conseguia disfarçar seu olhar analítico e profundo. E era a primeira vez que ela reclamava dos sapatos, ela desde sempre desfilava sobre eles. Caminhou até ela, ainda olhando seu corpo perfeito, e pousou o copo lentamente sobre a coxa dela, e com o braço esquerdo, a abraçou pela cintura fina. - Perfume novo? - sussurrou em seu ouvido. Um perfume suave e sutil, diferente do que estava acostumado a sentir da sua esposa. Deslizou o copo gelado pela coxa dela, depois a entregou na mão.
Levou sua mão até a coxa dela, deslizando os dedos para baixo, e apertou firmemente. Suspirou e ergueu mais o vestido dela, deixando toda sua coxa nua. A pele alva e macia. Ele deslizou a mão pela coxa dela, até ficar perto de sua intimidade. - Quer uma massagem? - sussurrou rouco. Ele não conseguia vê-la normalmente, havia algo nela o incomodando demais. - Mas só ganha depois de me dizer quem você é... - um sussurro calmo e despreocupado. A mão direita na coxa dela, e a esquerda segurava a varinha cuja ponta tocava sua nuca.
Por um lado, sentia-se culpado de estar apontando a varinha para a esposa, e por outro... pelo seu lado selvagem e insano, ele estava se divertindo.[color=firebrick] - Ou se preferir, posso arrancar essa informação com um Cruciatus.



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Estava ficando preocupada. Talvez ele começasse a desconfiar. O que ela faria? Será que ele contaria aos outros? V sentia seu coração ficar apertado. Lembrou-se de Brisingr e olhou para o teto da sala. Sentia-se incomodada naquele lugar, como algo fosse prendê-la.
Logo sentiu frio em sua pele, molhando-a. Seu corpo estava colado ao dele, e ela suspirava. - Comprei ontem, meu amor... - Mordeu o lábio inferior, sentindo um calafrio na espinha. Segurou o corpo e o levou até o rosto, sentindo o aroma que emanava da bebida. Passou a ponta da língua na borda do recipiente, virou corpo e bebeu alguns goles. - Perfeito...
V sentiu sua pele se arrepiar, o calor começar a aumentar e o desejo apenas crescia. Ela colocou o copo na poltrona, inclinou a cabeça para trás e arfou, sentindo as caricias dele. O momento estava sendo perfeito. Mas algo mudou. Ele disse que ela devia dizer quem era. V arregalou os olhos e depois arqueou a sobrancelha. - Sou sua esposa. Quem mais seria? - Uma das mãos de Iron estava na coxa dela, e a outra, em sua nuca.
Ela respirou fundo e sussurrou: - Por que está fazendo isso comigo, Iron? - Abaixou a perna e virou de frente para ele, o olhando fixamente nos olhos. Agora a varinha dele estava próxima a garganta dela.
Levou uma das mãos até o rosto dele, acariciou lentamente, passou a ponta da língua nos lábios e suspirou. - Precisamos conversar... - Arqueou a sobrancelha esquerda e indagou: - Nada de maldições por aqui... - Abaixou a cabeça e passou a ponta da língua na varinha.   - Nada de varinhas... - Sussurrou de forma sedutora, umedecendo os lábios. Afastou-se e pegou o copo que estava sobre a poltrona, logo indo para o outro lado da sala, o enchendo novamente. Tomou alguns goles e respirou fundo. - O marido perfeito... - Sentou-se sobre a mesa, cruzou as pernas e sorriu, logo colocando uma perninha do óculos de grau na boca, mordendo. - Aproxime-se... E para todos os efeitos, somos o casal mais feliz do mundo. - Pendeu a cabeça para o lado, passou as unhas por cima dos seios, os arranhando e suspirou. Sua única arma seria a sedução. Ele sabia que ela não era Phoenix. Mas talvez não contasse aos outros. V tentaria se aproveitar da situação, ficando livre e tendo o que queria, ele. Qualquer um que entrasse naquela sala, pensaria que V é a Phoenix original, pois a duplicata foi feita de forma perfeita.

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OFF: Postagens pausadas. Qualquer interferimento será desconsiderado. Interações válidas apenas de Valquíria, que está usando a habilidade, e Iron Syddle Bolter. <3
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Continuou com a varinha apontada para ela, enquanto ela caminhava calmamente. Pelo seu tom de voz ela não parecia querer algum problema, ou ao menos, chamar a atenção dos demais. - Polissuco? O que faz com a aparência de minha esposa? - ele apertou os dedos contra a varinha. Ele estava irritado, não suportava que ninguém sequer falasse algo de Phoe, muito menos usar o corpo dela por aí. - Você precisa conversar? O quê? - mordeu os lábios. Bagunçou os cabelos e abaixou a varinha, ficando de costas. Não conseguia não imaginar a Phoe ali. As duas eram tão parecidas. E, como esperado, ele estava sentindo uma atração absurda pelo sósia à sua frente. Virou-se para ela, não sem antes admirar suas pernas. - Se você tiver feito algo que envolva a minha esposa, eu juro que vou fazer você pedir a morte. - caminhou até ela, tocando com a ponta da bengala entre o decote dela. - Você me entendeu? - A olhou fixamente nos olhos. Olhos penetrantes e paralisantes. Com a bengala, virou o rosto dela para um lado, depois para o outro. Estava em dúvida ainda. Se ela não revelasse logo quem era, ele teria que usar métodos menos humanos.




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A presença daquele homem a deixava manhosa, calma, sem se preocupar com o que poderia acontecer. Era notável a indignação de Iron por ver que alguém roubou a identidade de sua esposa. V o ouvia atentamente, apenas observando os lábios dele se moverem. A voz rouca a excitava, fazia seu sangue ferver. Sentiu a bengala em seus seios e mordiscou o lábio inferior. Inclinou a cabeça para trás, ainda o ouvindo, mas logo sentiu algo em seu rosto. Olhou para baixo e seu rosto foi virado pela bengala dele. Cerrou os olhos e sorriu.
- Por que está tão nervoso? Não aprontei usando esse belo corpinho. - Arqueou a sobrancelha. - Ainda. - O olhou fixamente nos olhos e sussurrou: - E sobre a nossa conversa... - Desceu da mesa, caminhou até ele e acariciou seu belo rosto. Ela tinha esquecido o motivo real de estar ali. Em sua mente aparecia apenas uma imagem. A imagem de dois belos e penetrante olhos.
Uma das mãos de V desceu até o abdome dele, arranhando devagar. Aproximou os lábios de seu ouvido e sorriu. - Não se sente atraído? Não sente vontade de possuir? - Colocou a outra mão no pescoço dele, passando a ponta das unhas, o arranhando lentamente. - Sou tão conhecida... - Mordiscou a orelha dele e puxou, logo soltando e passando a ponta da língua no pescoço do mesmo. - Por que ser tão desconfiado? - Apertou o braço dele e arfou em seu ouvido. - Sou sua esposa... É muito feio desconfiar da própria mulher. - Afastou-se, esboçando um leve sorriso nos lábios. Pendeu a cabeça para o lado esquerdo, fazendo brotar uma expressão séria em sua face. - Logo você... - Mordeu o lábio inferior.
V estava começando a se alterar, o que mostrava a ele que ela realmente não era sua esposa. Por um breve momento o disfarce quase sumiu, mas ela foi rápida e se concentrou.  "Calma, calma...", pensou. Olhou para ele e arqueou a sobrancelha. - Sinto-me ofendida. Polissuco... - Revirou os olhos. - Acho que irei para casa. Você está sendo grosso, Iron. Que decepção... - Virou-se de costas para ele, caminhando até a porta. Virou o rosto e arqueou a sobrancelha. - Sim, eu bebi muitas doses de Whisky. Essa é a mudança. Mas o efeito passou. Peço que me desculpe, caro marido. - Respirou fundo e colocou a mão na maçaneta.

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O modo calmo dela só o irritava ainda mais. Estaria ela tão confiante? Nada disso fazia sentido. Ele não conseguia machucar a imagem de sua esposa, e até agora essa tal pessoa não havia feito alguma ameaça ou algo do tipo. Estaria Phoe lhe pregando uma peça? Mas ela não era disso. O único jeito seria invadindo a mente dela. Ou usando alguma poção, mas ele não tinha nada ali. Não conseguiu manter os olhos abertos com o toque suave dela em seu rosto. Suas unhas grandes causavam arrepios fortes na nuca dele, e ele sentia que poderia ceder a qualquer momento. - Não. Se afaste...
A forma como ela sussurrava o enlouquecia aos poucos. Ele sentia vontade? Sim, ele sentia. Mas a ideia de talvez trair sua esposa não lhe era nada agradável. Tentou se desvencilhar, mas o jeito dela, e sua língua fizeram ele abraçá-la pela cintura. Fechou os olhos e suspirou, quase sendo seduzido. Ela só podia ser sua esposa. Mas havia algo naquelas palavras... que definitivamente não era a Phoe. Mas ele se sentia mais culpado e provavelmente estar acusado sua própria esposa, e se fosse mesmo ela, não seria nada bom.
Sentia-se meio recuado, não iria mais fazer alguma acusação. Se fosse outra pessoa, já estaria lançando feitiços contra ele. - Não estou sendo grosso, é que... - e pela primeira vez na vida, ele hesitou em falar alguma coisa. A observou se afastar, e ao ouvir suas palavras, andou rapidamente até ela e a puxou pelo braço, para longe da porta. Agora tudo fazia sentido. Como pôde ser tão tolo de não ter pensado nisso? Seu medo agora era de ter decepcionado sua esposa. Percebeu o quanto estava neurótico. - Não, Phoe. Phoe... - apertou os braços dela, a olhando nos olhos. - Por que não disse antes? Me perdoe, milady. Estamos em tempos que não se pode confiar em ninguém. Não que eu não confie em você, é que você se portou de uma maneira tão estranha... - desceu as mãos até segurar as mãos dela. Pegou a mão esquerda dela e a levou até o seu rosto.
- Me perdoe por essa minha tolice. Não fique com raiva. Eu faço o que você pedir.
Sentiu-se mais culpado por ter estragado um clima que com certeza ela queria criar. Só restava pedir desculpas. Se ele pudesse, nesse momento, estaria usando a máscara para esconder seu rosto envergonhado.


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A última chance de convencer Iron. A cartada final. O coração de V estava acelerado demais, parecia que logo ele pularia pela boca. Continuou de costas para ele, segurando a maçaneta da porta quando foi puxada para longe. Arqueou a sobrancelha, engoliu a saliva, tentando não sorrir. Será que ela tinha conseguido? Sim, ao menos parecia. Ele estava apreensivo, nervoso, parecia estar chateado. O ouviu pedir desculpas, explicando o porque de tanta desconfiança. V apenas arqueou a sobrancelha, o olhou fixamente e ficou ouvindo. Acariciou o rosto dele, mas sem mudar a expressão vazia em sua face.
- Por que... Eu só queria... - Deu de ombros e virou o rosto para o lado. O sorriso quase brotava nos lábios de V, mas ela o controlava. Não podia sorrir, não devia mostrar emoções que pudessem estragar sua atuação. Respirou fundo, se afastou e encheu dois copos com Whisky.  Mordeu o lábio inferior e entregou um dos copos a ele. - Já passou. - Cerrou os olhos e virou o copo, tomando alguns goles.
- Podemos esquecer o que aconteceu. E podemos tentar mudar a situação. - Respirou fundo, mantendo a sobrancelha arqueada. Bebeu novamente e colocou o copo sobre a mesa. - Disse que faria qualquer coisa por mim, certo? - O olhou fixamente nos olhos e sussurrou: - Então me faça feliz essa noite. Que essa seja uma noite inesquecível... - Esboçou um breve sorriso e virou o corpo. Caminhou até a poltrona e se sentou, cruzando as pernas, deixando sua coxa a mostra.
V estava conseguindo o que queria. Ele está lá, quase comendo em suas mãos. Suspirou, revirou os olhos e colocou a varinha entre os seios. Encostou a cabeça na poltrona, fechou os olhos e começou a cantarolar. Uma voz suave, envolvente, como uma sereia. Seus olhos se abriram, e foram ao encontro de Iron. Ela o olhou fixamente nos olhos e balançou a cabeça de forma negativa.
- Iron Syddle Bolter... - Ergueu a cabeça. - Você é o homem mais belo e encantador que conheço... Parece que foi ontem o dia em que te vi e me apaixonei. - Arqueou as costas, se espreguiçando enquanto arranhava a poltrona. Parecia uma gata manhosa com preguiça.


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*Valquíria puxou Iron pelo braço e ambos aparataram do local. *
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